O teto do Simples sobe, mas alíquotas e fatores também mudam. Veja em quais cenários a saída do regime compensa — e quando é melhor esperar.

Com a Reforma Tributária, o Simples Nacional deixa de existir gradualmente. Anexo 4 e 5 serão os últimos a migrar. Enquanto isso, micro e pequenas empresas vivem um dilema prático: vale a pena mudar de regime agora para antecipar o fim do Simples?
Faturamento próximo ao teto do Simples;
Margem EBITDA acima de 20% (o Lucro Presumido começa a fazer sentido);
Operações com importação recorrente (PIS/Cofins Monofásico pesa);
Clientes do exterior (o Lucro Real elimina limitações na apuração de créditos).
Margem apertada (abaixo de 8%);
Folha alta em relação ao faturamento (peso do Anexo III);
Pouca estrutura para apurar créditos;
Atividade intelectual ou serviços sob Anexo V (carga de 14,7% a 22,5%).
Se a sua carga tributária atual, somada a folha e aos encargos, ultrapassar 18% do faturamento, simule o Lucro Presumido. Se passar dos 22%, vá direto para o Lucro Real. No intervalo, vale a pena otimizar dentro do próprio Simples — incluindo a possibilidade de manter-se nele até 2027.
Mudar de regime sem simulação é como trocar de carro sem testar a chave: você pode acelerar, mas não sabe se vai ligar.
Um e-mail por semana com artigos práticos, planilhas-modelo e novidades da Reforma Tributária. Sem spam — você pode cancelar quando quiser.

IBS, CBS e Imposto Seletivo já têm datas. Veja o que muda em 2026 e como se preparar para a transição sem pagar mais do que o necessário.