Reforma Tributária 2026: o calendário definitivo para o seu negócio
IBS, CBS e Imposto Seletivo já têm datas. Veja o que muda em 2026 e como se preparar para a transição sem pagar mais do que o necessário.
A Reforma Tributária do consumo (EC 132/2023) entrou em fase de transição. Em 2026, IBS e CBS começam a ser cobrados em paralelo com ICMS, ISS, PIS e Cofins. Quem se preparar agora evita surpresas no fim do próximo exercício.
O que muda a partir de 2026
A partir de janeiro de 2026, empresas de todos os regimes passam a calcular IBS e CBS em paralelo. As alíquotas teste serão fixadas pelo Comitê Gestor do IBS e divulgadas em 2025, mas a contabilidade interna precisa estar pronta para emitir documentos com os novos campos na NF-e e na NFS-e.
CBS federal com alíquota de teste entre 0,9% e 1,0%;
IBS estadual e municipal com alíquotas progressivas, chegando a 17,7% em 2033;
Imposto Seletivo sobre bens e serviços específicos (bebidas, veículos, etc.);
Fim da cumulatividade de PIS/Cofins para optantes do Lucro Real.
Onde começar
A primeira providência é mapear o seu cadastro de produtos e serviços. Os códigos NCM e NBS vão determinar qual a alíquota aplicável. Em seguida, revise contratos: cláusulas de preço e reembolso precisam ser revisadas para evitar dupla tributação durante a fase de teste.
Não espere a alíquota definitiva. A fase de transição já exige apuração mensal e cruzamentos com os documentos fiscais.
Como a Interação ajuda
Nossa equipe acompanha o comitê gestor e já estruturou um painel de simulação para clientes. Com ele, dá para comparar o regime atual versus o novo IBS/CBS por CFOP e por item, e enxergar exatamente onde o seu custo tributário pode subir ou cair.
Próximos passos
Levantar o seu cadastro de itens com NCM/NBS completo;
Revisar contratos e cláusulas de reajuste;
Atualizar o seu sistema para aceitar os novos campos de IBS/CBS;
Rodar a simulação com dados reais do seu último exercício.
