Caixa é rei, mas a maioria das PMEs ainda trata o fluxo de caixa como uma planilha do mês corrente. Veja o método em 5 passos que usamos com nossos clientes.

Construir um fluxo de caixa realista é o primeiro passo para tomar decisões financeiras sem improvisar. O método a seguir foi desenhado para empresas de 10 a 200 colaboradores, sem ERP sofisticado, e roda bem em uma única planilha.
Misturar receita com recebimento é o erro mais comum. O regime de competência mostra a saúde do negócio; o regime de caixa mostra a saúde do boleto. Para o fluxo de caixa, sempre use caixa: data em que o dinheiro entra ou sai, não a data da nota.
Trabalhe com no máximo 12 categorias de entrada e 12 de saída. Mais do que isso vira um sistema que ninguém alimenta. Sugerimos: vendas, receitas financeiras, receitas não-operacionais; fornecedores, folha, impostos, aluguel, marketing, viagens, serviços, juros, outros.
13 semanas é o intervalo ideal: longo o bastante para ver efeitos sazonais, curto o bastante para manter a acurácia. Atualize a planilha toda sexta-feira com o que mudou no operacional.
Compare mensalmente o seu DRE com a projeção de caixa. Se o DRE mostra lucro mas o caixa aperta, provavelmente o seu prazo médio de recebimento (PMR) está estourado — sinal de que é hora de renegociar.
Crie três colunas: real, otimista e pessimista. Use a coluna pessimista para tomar decisões de corte. Use a otimista para definir metas de investimento.
Fluxo de caixa não é planilha: é processo. Sem dono e sem rito semanal, ele vira ficção.
No nosso BPO financeiro, montamos e mantemos o seu fluxo de 13 semanas, conciliamos com extratos e DRE e entregamos uma reunião quinzenal de fechamento. Você foca no negócio; nós cuidamos dos números.
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